26/07/2007 – INFORMÁTICA NA CARGA / A SOLUÇÃO DO CAOS PELA DOR
VIVENDO A LOGÍSTICA
INFORMÁTICA NA CARGA
Certamente os mais jovens não conhecem a empresa de transportes DOM VITAL, que chegou a ser a maior do Brasil por vários anos e fortemente especializada no transporte de carga itinerante, com mais de cem mil entregas por mês.
Um de seus acionistas, Sebastião Ubson Ribeiro, e também presidente da empresa por vários anos, líder do setor de transportes de carga do Brasil, e que dá nome ao Palácio dos Transportes sede da NTC&Logística, Setcesp e Fetcesp. Na edição da nossa revista então denominada “Jornal da Logística” edição nº. 18 de março/93, publicamos uma entrevista com Sr. Sebastião sobre o tema acima.
Leia com atenção, pois é uma entrevista histórica.
Jornal da Logística – Edição nº 18 – março/93
J.G. Vantine.
PONTO DE VISTA
A SOLUÇÃO DO CAOS PELA DOR
Tecnicamente falando, o acidente lamentável e doloroso da última semana interfere muito mais no transporte de passageiros do que de cargas, mas nosso editorial semanal trata o assunto olhando o futuro. Não nos cabe o mérito de julgar causas do acidente e nem queremos nos transformar em especialistas de aeronaves, como grande parte de jornalistas e políticos estão fazendo.
Certamente a revisão da malha aérea e estabelecimento das vocações do sistema aeroportuário do Sudeste interferem radicalmente na Logística que utiliza o transporte aéreo. Não concordamos com suas paliativas relacionadas com infra-estrutura, como temos ouvido falar pelo presidente da ANAC em criar um aeroporto alternativo e tendo citado Jundiaí, Sorocaba e Ribeirão Preto.
Mesmo antes desta ocorrência fatal, já estávamos finalizando estudos conjunto com a INFRAERO Sudeste de um projeto já em vias de implantação denominado Corredor Aéreo de Exportação interligando os Aeroportos GRU/VCP/SJK, dentro do que a INFRAERO chamou de “Aeroportos Complementares”, no qual todos os procedimentos de despacho aduaneiro, embarque e reembarque executados dentro de uma plataforma de métodos vinculada a tempos padrões, dando total flexibilidade para exportadores optarem pela Cia.Aérea desejada e também pelo aeroporto de melhor conveniência. E a interligação a ser executada no rodoviário já com carga paletizada e desembaraçada através do DTA.
J.G.Vantine